quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Bar Anibal

Aqui vai um post rápido sobre um bar que vale a pena a visita: o Anibal, na Pompéia.

Quem passa por lá de carro, logo se liga que tem um cheirinho de partidão na área. Elementos vermelhos, estrela, bigodón... não lembra uns caras famosos da Revolução Cubana?


Pois bem, o clima não engana. O nome do bar é uma homenagem ao pai da dona do local - um militante do PCB, partido fundado em 1922. Lá dentro, perto dos banheiros, ainda é possível ver algumas propagandas e até panfletos comunistas. Bem diferente!

O lugar é super agradável, principalmente aos dias de semana, quando é mais tranquilo. Aos fins de semana, vira e mexe está lotado e tem música ao vivo.

O que mais gostamos foi de conhecer um cardápio de cervejas bem diversificado, com opções de pilsen, bock, stout, de trigo etc. Nós experimentamos a brasileira Bamberg Weizen. Veja só:


Uma delícia! A cerveja tem um sabor muito natural (provavelmente por ser pouco filtrada). E no final ainda deixa um gostinho cítrico, bem diferente de qualquer outra que já tomamos... ótima descoberta, principalmente por ser nacional!

Além disso, para petiscar pedimos bruschettas. Olha aí:


Elas demoraram uns 30 minutos para chegar à mesa. A justificativa do garçom foi de que o prato era preparado na hora, com tomates fresquinhos e tudo mais. Valeu a pena, no fim das contas.

Nesta primeira visita, o local deixou uma boa impressão. Por cerca de R$ 60, fomos bem atendidos, o garçom ajudou na escolha da cerveja e se mostrou muito simpático. A esquina é bem gostosa e as opções de cervejas são vastas. Nota 9 para o Anibal, que pode nos esperar para mais visitas no futuro!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Veríssimo

Começamos 2011 falando do Veríssimo: um bar com cara de restaurante - ou um restaurante com cara de bar.

Já falamos dele por aqui algum tempo atrás, lembra?

Fomos lá depois de uma daquelas segundas-feiras chatas, de começo de semana - quando a subida ainda está no começo e o fôlego já está no fim. Tinha sido um daqueles dias de trabalho cansativos, em que precisávamos ser bem atendidos, comer uma comidinha legal, tomar um chope pra dar uma animada.

Imaginamos que poderíamos encontrar algo honesto no Veríssimo, e lá fomos nós.

Logo de cara, pedimos um chope cada um - que chegaram bem tirados, mas não muito gelados, trincando.

Como queríamos algo pra refrescar a goela e a mente, apelamos para um suco de tangerina. Se liga:


O suco, cheio de gomos bem fininhos, vem numa jarrinha e é muito, muito bom. Acertamos na mosca, tanto que pedimos outro rapidinho!

Em seguida fomos de queijo brie empanado, com geléia de pimenta, para tira-gosto. Saca só:


É bonito e o conjunto dá certo: queijo com um toque de picância fica muito bom! Mas o prato, em si, não é muito gostoso. A peça de queijo é muito grande - ou seja: ele chega quentinho, derretendo, mas em 3 minutos já está frio. Além disso, a farinha que "empana" o queijo é grossa, fica enjoativa. A pedida matou nossa curiosidade, mas não chegou a saciar.

Então apelamos para uma salada caeser:


Nada demais - afinal, o que esperar de uma salada ceaser? Havia pouco molho e pouco queijo, mas as folhas de alface estavam fresquinhas, o que já foi suficiente para nós.

Saímos do Veríssimo bem atendidos, atordoados com o delicioso suco de tangerina e com um sentimento de que ainda não foi dessa vez que nos apaixonamos pelos local.

Nota 6, porque o lugar precisa superar o chope meio-gelado e ser mais instigante pra merecer o nosso retorno.