terça-feira, 3 de agosto de 2010

Makis Place

Não conhecemos nadica no Morumbi e precisamos nos aventurar por lá no fim de semana. Fomos conversar com dois jovens moradores da comunidade Vila Andrade, uma região extremamente pobre no meio daqueles prédios colossais do bairro. O assunto? BLOG! Os garotos estão começando a entender o papel que a internet pode ter na vida deles, ajudando a divulgar os talentos da comunidade e colocando o pessoal que convive com eles pra pensar sobre os problemas da região. Batemos um papo muito legal por cerca de duas horas, montamos o blog deles e postamos os primeiros textos. Depois dê uma passada lá pra incentivar a meninada: http://www.palavradeadolescente.blogspot.com/

Mas o que é que isso tem a ver com o Restaurante Couple? Tudo! Além da gente ter espalhado uma sementinha por lá e torcer pra que eles sigam firmes nesse mundo digital, o caminho de volta nos colocou de cara com uma temakeria bem bonitinha, a Makis Place. Hora do almoço, barriga roncando e por que não arriscar...

No calor que fazia sábado, o ambiente climatizado caiu muito bem. Sentamos num sofá espaçoso, não muito colado à mesa ao lado. Ótimo, pudemos conversar sem que eu ficasse de orelha ligadona nas conversas paralelas.

Não me lembro de um cardápio de temakeria tão cheio de opções como o do Makis. Várias páginas, muitos temakis diferentões e mais outros pratos típicos de um japonês: sushis, sashimis, grelhados. Eles tem a família do Salmão, do Atum e de outros peixes. Cada família dessa tem um montão de variações, que vão desde queijo brie a macadâmia, abacate a abobrinha. No mínimo diferente.

Em toda temakeria que vamos eu procuro por algo empanado. Na Makis eu achei! Salmão empanado, quente e crocante, cream cheese e cebolinha. Muito, muito gostoso. O melhor de tudo é que não precisei largar a pontinha do cone por falta de recheio. Até o último minuto havia um delicioso salmão me esperando...

Gabi fez uma escolha mais tradicional, mas não menos gostosa, salmão skin. Também muito generoso na quantidade de recheio e enrolado numa alga super crocante. Fazia barulho a cada mordida.

Mas a surpresa mesmo ficou por conta de um temaki que no lugar do arroz tem flocos de arroz. Tá certo que não somos o tipo de casal que vive experimentando temaki, mas mesmo assim nunca ouvi alguém falar de algo assim. É novidade, não é? Nós gostamos demais da criança. Achei mais pesado do que o temaki comum, tanto que não aguentei comer inteiro, mas é mil vezes mais saboroso. Nós escolhemos um de salmão com cream cheesse. Essa bolinhas é que são os flocos...

Quatro temakis e dois refrigerantes nos sairam R$ 55. Gostamos do ambiente, adoramos a comida, mas achei o atendimento um pouco desorientado. Pode ter sido uma infelicidade do dia, mas aqui nós avaliamos o conjunto da obra no momento da visita. De qualquer maneira, achei o temaki de peixe empanado que só comia no Komê Sushi e que não encontrava em mais lugar nenhum, e isso é uma imensa felicidade! Nota 8 para o Makis.

6 comentários:

  1. O Makis da frente da minha casa é muito bom, é pena que seja caro, na minha opinião.

    Mas gosto da qualidade de comida mesmo.

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  2. Achei este lugar bom, fiquei com vontade de experimentar estas inovações, mas se é para escolher um pico para comer temaki, é Temakeria.
    Esta é minha humilde opinião, abs!
    Braguinha

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  3. Temaki bom eh temaki rapido. Como foi a velocidade do atendimento? Parabens pelo saite pessoal! bjs para as mocas, abracos para os rapazes!!!!

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  4. Caro Robson,

    falou e disse. Temaki bom é temaki rápido. E lá no Makis Place, embora tenhamos considerado o atendimento desencontrado, o temaki chegou rapidinho à mesa.

    Obrigada pela visita!

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  5. Achei a iniciativa do blog dos meninos sensacional! Fiquei com uma dúvida ao dar uma olhada, dá a sensação de que não é escrito realmente pelos adolescentes, parece que não tem uma linguagem tão própria, talvez tenham um "redator". De qualquer maneira, espero que a iniciativa fique.
    Gabriel Daniel.

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  6. Grande Gabriel,

    Inicialmente, o conteúdo é monitorado por uma jornalista, até que os jovens andem com as próprias pernas - tanto na escolha de pautas, como na redação de textos. São eles mesmos que escrevem e bolam o material, mas têm um norte e parâmetros controlados!

    Continue por perto!

    Abraços,

    Gabriel e Mariana

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