segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Levaria ou não levaria - Fillipa

Essa é uma dica para as luluzinhas. Pra matar a saudade das amigas e comer bem, escolha o Fillipa, um restaurante muito gracioso em Pinheiros. Descobri isso na marra, com a ajuda de três irmãs: Nathy, Déia e Cami. É claro que não fomos parar no Fillipa por acaso. Eu já sou fã do Mestiço, o outro restaurante da chefe Ina de Abreu, e sugeri que a gente fosse conhecer o Fillipa. A Nathy assinou embaixo, porque ela sim já conhecia a casa. Ficou tão entusiasmada que na hora eu soube que não tínhamos errado na escolha.


O cardápio foi buscar inspiração em diversos lugares do mundo, o que significa que tem comida para todos os gostos. Tailândia, Vietnã, França, Itália e Brasil. Só não se sente contemplado quem não gosta de pratos bem preparados, bem temperados e bem apresentados. Não é o seu caso, é?

Eu não resisti a uma delícia francesa. Meu prato, de nome Nice, é um namorado grelhado com azeite aromatizado com endro dill, torta fina de cebola assada, plancha de cebola assada e compota de tomate. O peixe estava desmanchando na boca, a torta de cebola fazia as vezes crocante do prato, mas o diferencial estava na compota de tomate, uma geléia meio doce que combinava demais com todos os outros componentes do prato, sem apagá-los. Eu fiquei apaixonada.

Dona Andrea, num regime de invejar, também escolheu um peixe. O brasileiro Ipanema consiste num robalo grelhado com molho de laranja e gengibre mais palmito grelhado. Eu petisquei o palmito, muito bom. Nathy e Cami, carnívoras que são, comeram medalhões de filet mignon ao molho mostarda, com palmito pupunha e shitake grelhados. O Portobello da Nathy veio sem shitake e com batata frita.

Não sei se essa foi uma impressão só minha, mas o prato tem cara de que foi pensado e elaborado com carinho. Os temperos são complementares, um não tira o brilho do outro. Até as cores dos ingredientes do prato enchem os olhos. Mais uma prova de que comemos não só com a boca, e o Fillipa sabe muito bem disso.

Fora a comida, o restaurante tem muitas outras qualidades: 1) fica numa casa linda e muito aconchegante, decorada com elementos naturais como pedras e madeira. 2) é super iluminado, e não por conta de luz artificial. 3) tem um ótimo atendimento. 4) o clima é diverso, recebe famílias, amigas tagarelas, casais mais velhos e jovens.

Na hora de pagar, cada uma de nós deixou R$ 64. Nesse valor estavam incluídos os pratos, as bebidas (refrigerantes), os 10% e dois estacionamentos. Não é barato, mas também não é absurdo. E vale cada centavo.

Foi amor à primeira garfada, o que me obriga a dar nota 10 (se eu pudesse, daria o dobro) e a levar o Gabi pra conhecer assim que tivermos a primeira oportunidade. Mal posso esperar.

E tem mais: eu já falei que o clima abriga qualquer tribo. A Nathy assina embaixo e dá uma dica para os pombinhos... casais, reservem uma mesa nos fundos, num lindo jardinzinho!

*Imagem: Reprodução

5 comentários:

  1. Só de ler a descrição dos pratos me deu água na boca! De novo! hahaha
    Assino embaixo mesmo!

    Bjoooo Mariiiiiiiiii

    ResponderExcluir
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  3. Nossa super carnívoras mesmo, aquela carne com o molho mostarda estava deliciosíssima!!! Agora quero experimentar o jardim romântico hehe

    Beijão!!

    ResponderExcluir
  4. Eu tô morrendo de vontade de comer aquela tortinha de cebola que vc comeu, Mari!Maravilhosa!!!Acho que vou levar meu namorado, Gabriel 4, o pilar, para jantar lá qualquer dia desses!

    ResponderExcluir
  5. Nathy, eu também não me contive enquanto escrevia! O meu prato estava delicioso!

    Cami, vamos pedir que o Athos entre aqui e leia essa intimação sobre o jantar romântico!

    Déia, se o pilar não responder ao seu convite, me chame que vou com você!

    ResponderExcluir