sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Sushi do Padre

Depois de uma boa leva de bares e lancheterias, sentimos falta de um peixe cru. Que a gente é fã da culinária japonesa todo mundo aqui já sabe, né? Pois bem, a saudade nos levou ao Sushi do Padre, que antes ficava na rua Padre Chico (taí o porque do nome) e que há pouco tempo se mudou para a Ministro Ferreira Alves, ambas na Pompéia.

Era uma quarta-feira, o lugar estava cheio, mas nós não esperamos pra sentar. Rapidamente, fomos atendidos por uma garçonete muito simpática e escolhemos o rodízio. O primeiro prato a chegar na mesa foi o shimeji. Enrolado em papel alumínio, não estava quente o suficiente, e também não tinha gosto de nada. Pro nosso paladar faltou um temperinho. Como nós não gostamos, não ficamos chateados em não poder repetir... é isso mesmo: a porção é limitada em uma por pessoa.

Segredinho nosso: geralmente quando o shimeji vem dentro desse alumínio, quer dizer que foi requentado no microondas. Legal, mesmo, é quando ele vem praticamente pulando naquelas chapas quentes, pelando. Aí sim o bicho pega!

Os temakis que pedimos, de salmão skin, estavam muito gordurosos. Acho que o charme dessa entrada é quando a pele fica crocante e fininha, porque não pesa. Mas o nosso veio encharcado em óleo, e eu não fui além da primeira mordida. Já o Gabi foi até o fim! Ele diz que não se incomodou tanto como eu, vai ver é frescura de menina...

Meu grande temor era com os sashimis, porque comer peixe cru passado não é só um problema para o paladar, mas pra saúde. Felizmente, o combinado estava uma delícia! O sashimi de salmão estava fresquinho e os sushis estavam bem feitos. Não tinha nenhuma novidade - e o casal gosta de ser surpreendido com algum ingrediente diferente - mas também não tivemos nenhuma surpresa desagradável. Fora isso, o Gabi comeu um yakissoba, que estava gostoso, e eu um teppan de salmão, também interessante.

Eu confesso que não fiquei empolgada com o Sushi do Padre. O atendimento é bom, o ambiente é agradável, mas faltou alguma coisa pra que eu me envolvesse mais. Fora que não caprichar no shimeji é um pecado pra mim, uma fanática assumida. No fim, deixamos R$ 72, pagos com VR. Pelo conjunto da obra, o Sushi do Padre leva uma nota 5.

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