segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Levaria ou não levaria - Filial

Uma porção de bolinhos de arroz levou um grupo de amigas ao Filial, bar na Vila Madalena, numa quarta-feira ótima prum happy hour. Pois é, os bolinhos foram determinantes na escolha do lugar onde eu, Renata, Paula, Helena, Diana e Thaís nos encontraríamos naquela noite pra colocar o papo em dia. Sabe como é, a gente passa quatro anos da faculdade fofocando diariamente e, de repente, começa a se encontrar a cada trimestre. É dureza.

Três de nós chegaram um pouquinho mais cedo e trataram de segurar a mesa. Quando eu cheguei, o Filial já estava cheio, mas ainda tinha algumas mesas sobrando. Em questão de minutos, o espaço lotou. Sobre um chão quadriculado, as mesinhas de madeira preta formam um cenário bem antiguinho com as paredes preenchidas por prateleiras lotadas de cachaças e quadros com ilustrações, charges e fotos antigas. É um bar-boteco, com qualidade e informalidade.


O atendimento também é de primeira. A qualquer sinal, um simpático garçom aparece com chopp gelado e bem tirado ou com o cardápio, que é recheado de boas opções. A gente nem demorou pra escolher, é claro: traçamos duas porções de bolinhos de arroz. Aliás, chamar aquilo que comemos de bolinho é uma injustiça, porque o tamanho dele é o dobro do normal. Vem muito molhadinho, bem temperado, e envolto numa casquinha crocante. Só de lembrar dá água na boca. As batatas fritas que pedimos são boas também, mas acabaram sendo apagadas pela vedete da noite.

Acabei deixando R$ 25, um valor que incluiu dois chops e uma parcela das porções e dos 10%. Foi mais ou menos o que cada uma de nós gastou. Numa semana que prometia ser pesada, nada melhor do que sentar com as amigas pra dar risada num lugar gostoso, onde o chopp é de primeira e a comida também.

Depois de tantos elogios ao Filial, não resta duvida de que eu levaria o Gabi pra comer os tão falados bolinhos. Tenho certeza de que ele vai gostar! Nota 10.

*Imagem: Reprodução

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Todai Garden III

Comida japonesa é, definitivamente, uma das paixões do casal. Ter um japa perto de casa, portanto, é uma tentação das brabas. Principalmente quando o local é bacana e ainda aceita VR!

Vocês se lembram da última vez que fomos ao Todai Garden, em Perdizes? Não foi mil maravilhas... Pois bem, nas últimas duas sextas-feiras voltamos lá e a história foi outra - com final feliz! Na primeira, eu comi sozinho. Na segunda, Mari também comeu.

Nas duas ocasiões, o restaurante não estava absurdamente cheio - talvez o frio tenha espantado o povo, e do lado de fora as mesas estavam todas vazias. O atendimento foi BEM melhor, e a rapidez foi a tônica do negócio. Todos os pratos chegaram à mesa em menos de 10 minutos - do jeitinho que todo apaixonado por rodízio japa gosta. O salmão estava bem fresquinho e bem preparado, assim como o shimeji, os temakis e os pratos quentes.

Sejamos justos: voltamos a dar nota 10 para o Todai. Ah, relembrando que o preço por pessoa continua o mesmo: R$ 40.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

America

Os planos eram de jantar uma saladinha de boa no Insalata, o restaurante que inaugurou esse blog. Vocês se lembram? Pois é, chegando lá vimos que o local estava TOTALMENTE cheio e... reformado! Ou seja: aguardem, porque logo menos voltamos lá para avaliar as mudanças.

Maricota nunca gostou, eu também nunca fiz questão. Apesar da relutância, acabamos indo ao America da Alameda Santos, que estava bem pertinho de onde estávamos. O restaurante é muito bonito. Tem um salão bem grande, muito bem iluminado e decorado. O atendimento, desde a entrada, é de primeira. Nos trataram bem em todos os momentos.

O que mais chama a atenção, na verdade, é o tamanho do cardápio. Tanto pelas variedades quanto pelo tamanho físico da bagaça, mesmo. Chega a ser difícil de manusear, mas é super didático e auto-explicativo.

Enquanto fuçávamos e escolhíamos o que mataria a nossa fome, fomos petiscando o couvert, que veio caprichado - com pão de queijo quentinho, sticks com gergelim, uma massinha crocante, parecida fisicamente com doritos, manteiga e patês de azeitona e queijo. Segundo a Mari, é um couvert gostoso, mas não muito popular. Ela, por exemplo, não curte nem o salgadinho nem o patê de azeitona. Entrada 50% aproveitável, nesse caso.

Para o prato principal, acabamos optando pelas saladas, mesmo. Eu fui de Florida: peito de peru, alface americana, abacaxi, mozzarella de búfala, croûtons e molho vinagrete. Achei o prato bem consistente, com folhas fresquinhas e boas combinações - principalmente o abacaxi, que deu um sabor delicado e diferente.
A Mari foi de Steak Salad: alface americana, rúcula, tomate cereja e palmito com molho vinagrete e lascas generosas de filet mignon, ao molho de mostarda. Pelo que senti, a salada foi muito bem recebida pela anfitriã.

Para fechar a noite, pedimos de sobremesa as panquecas americanas. Olha isso:

Massa deliciosa, levemente adocicada, coberta por essa calda de frutas vermelhas que é pegadinha.

Confesso que não tenho críticas ao local. Deixamos R$ 98, pagos em VR, com o maior prazer.

Nota 10 para o America - que não tem nada de diferente, mas serve uma boa comida com perfeição, rapidez e atenção.

*Imagens: Reprodução

sábado, 22 de agosto de 2009

Burdog

O campeão voltou e o namorado está mais empolgado do que nunca, o que rendeu um convite pra assistir à partida entre São Paulo e Goiás no Morumbi. Fomos eu, ele e meus irmãos, o Caio e o Guilherme, se encontrar com mais um penca de amigos e parentes de amigos em frente ao estádio. Só por isso já valeria, muito legal!

Uma tarde assim animada, com direito a vitória emocionante do nosso Tricolor sobre o adversário, só poderia terminar em volta de uma mesa. Partimos para a Burdog, uma lanchonete que fica bem próxima ao estádio do Pacaembu e que é reduto de corinthianos recém saídos do estádio, mas que nesse domingo estava mesmo é lotada de são paulinos.

Não esperamos nem cinco minutos, mesmo com tanta gente querendo sentar. Como a rotatividade ali é grande! Com a fome consumindo nossos estômagos, rapidamente encaramos uma porção de batatas fritas e outra de onion rings. Chegaram à mesa muito rapidamente, e super quentinhas. Fã que sou de cebola, confesso que as onion rings não me agradaram muito. Achei a casquinha dura demais, o que faz com que a cebola se perca dentro dela. Mas as batatas foram aprovadas!

O lanche é você quem monta. Ele começa simples: pão e carne. E aí dá pra deixar bem mais saboroso, acrescentando queijo (fora o comum, tem gorgonzola, cheddar e catupiry), ovos, bacon, molhos, salada, cebola, champignon... Pros mais preguiçosos ou indecisos, a Burdog também oferece lanches prontos com alguns desses recheios aí de cima. Ainda tem beirute, americano, cachorro quente e até o simples queijo quente.

Todos nós quisemos montar, e fizemos escolhas parecidas: pão, carne, bacon e queijo, esse sim o ingrediente que variou de lanche pra lanche. Pra você ter uma idéia de como estava gostoso, acabou muuuito rápido. Para o meu gosto, o bacon estava um pouco duro, mas nada que comprometa o prazer do paladar. A carne é bem temperada e eles não regulam o queijo! Vem escorrendo!

Deixamos R$ 25 cada, valor que incluiu o lanche e o refrigerante de cada um, mais a divisão das porções e dos 10%. Achei justíssimo. Pagamos com cartão de débito, mas o Burdog aceita VR. Nessa a gente bobeou porque foi com a carteira reduzida pro estádio, então o VR amigo havia ficado em casa...

E aqui vai mais uma nota 10.

*Imagem: Reprodução

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Levaria ou não levaria - Maria Lima

Domingo, dia dos pais. O almoço da família Mitani foi duplamente comemorativo: tanto para celebrar o dia do Seu Mitani quanto o aniversário do Mitaninho - esse que vos fala.

O local escolhido foi a esquina de casa. Isso mesmo. Há uns 3 anos, ganhamos o Maria Lima como vizinho, bar e restaurante muito acolhedor na Vila Hamburguesa. Escolhemos as mesas de dentro, apesar de o dia lá fora estar lindo e agradável - privacidade é sempre a lei número um dos velhos. E o clima lá de dentro é bem aconchegante, combina acomodações rústicas com iluminação, mesas e acentos modernos.

O atendimento do lugar é de primeira. O maître fez questão de nos apresentar o cardápio, fazer uma brincadeira, nos deixar à vontade.

Enquanto escolhíamos os pratos, chegou o couvert. Fatias grossas de pão caseiro, manteiga, beringela, patê e três cumbucas de um caldinho de vegetais temperado e quentinho no ponto. Delicioso!

Isso só abriu o nosso apetite e nos motivou a fazer os pedidos. Minha mãe foi num medalhão com risoto de funghi. Meu pai escolheu um salmão grelhado, saladinha verde e batata à moda da casa, que parece uma baked potato com uns pedacinhos de bacon. Eu fui de camarão à hungara, temperado com paprika e acompanhado de arroz.

Tudo foi impecável. Desde a rapidez no preparo, a apresentação dos pratos, o tempero das carnes e a combinação dos ingredientes.

A conta, para nós três, deu R$150. A quem se interessar, de terça a sexta o Maria Lima aceita VR no almoço. Se quiser fazer um happy hour, o local também é bem legal, tem uma carta de cervejas, vinhos e drinks bem variada.

Dica: se for a dois, sentem-se lá dentro - as mesas são à luz de velas. Se for com amigos, fique do lado de fora, porque a esquina é bem charmosa e agitada.

Não poderia ser diferente. Nota 10 para o restaurante e, SIM, levaria Maricota à esquina de casa.

*Imagem: Reprodução

domingo, 16 de agosto de 2009

Tocador de Bolacha

O anfitrião deste blog completou 23 anos e pela primeira vez em quatro anos de namoro resolveu reunir os mais chegados pruma comemoração. Entre pequenas discussões e umas quase desistências (ô menino esquentadinho), escolheu o Tocador de Bolacha, um bar na Vila Madalena, para celebrar. O critério que mais pesou na escolha, fora o ambiente, foi o fato de lá a comanda ser individual. Ótimo esquema porque o aniversariante, último a ir embora, sempre acaba tendo de pegar uma conta monstra.

Quando eu cheguei ao bar, quase 23h, a festança já rolava solta. O Gabi estava parecendo pinto no lixo no meio de tanta gente querida, todos embalados pelo ótimo som de uma roda de samba e choro que rola sempre às sextas-feiras. A mesa foi montada num corredor do lado externo do bar, que o Gabi achou apertado, mas muito aconchegante. Atenção para os acentos de mesa, capas de vinis, ou bolachas (agora sim o nome do bar faz sentido), consagrados. Muito bacana e intimista.

Todo mundo bebericou de cerveja Original gelada. Iam chegando à mesa, uma trás de outra, sempre na temperatura certa. Às vezes a gente ia pegar na cozinha mesmo, quando o serviço demorava um pouquinho mais. Eu pedi uma calabresa na cachaça pra dividir com o pessoal que estava bem feita, mas não deliciosa. Também vi circular pela mesa carne seca e caldinho de feijão, mas não experimentei.

No fim, achei que o Tocador é um lugar bem gostoso pra comemorar com amigos: espaço agradável, comida bem feita, cerveja gelada e música boa. Do que mais a gente precisa quando a companhia também é a melhor possível?

Não me lembro quantas cervejas foram marcadas na minha comanda e na do Gabi, mas o valor total, com a porção de calabresa e o couvert (tinha esquecido de mencionar que a casa cobra R$ 12 pra entrar) foi R$ 101. Cinquenta por pessoa é muito justo. O post foi meu, mas a nota quem dá é o aniversariante: 9, porque ele achou que ficamos num lugar apertado demais.

O.b.s: essa foi nossa primeira saída depois que a lei que proíbe o fumo em lugar fechado passou a vigorar. Não vi ninguém desrespeitando... quem queria fumar ia pra calçada. O casal, que não fuma, está acostumado a dividir a mesa com fumantes, então nós nem somos os mais ativistas contra o cigarro. Mas como é bom respirar melhor e voltar pra casa livre do cheiro ruim...

* Imagem: Reprodução

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Quitandinha

São Paulo é, de longe, a megalópole mais agitada do planeta. Digo isso de olho fechado, seja por todos os movimentos culturais que rolam por aqui (independentes ou acompanhando o mundo), pelo caos em que se transformou a locomoção de um canto a outro, pela dimensão territorial que a cidade ganhou ou pelo burburinho da noite que vem se solidificando cada vez mais.

Quer uma prova? Então diga lá: em que lugar da Terra terça-feira é dia de beber até cair?

Pois bem, pelo menos na Vila Madalena essa é a regra: peça um chopp, ganhe outro de graça. Estratégia de marketing? Indústria desovando cerveja ruim? Não importa, só sei que deu certo!

A idéia, na semana passada, era de o casal fazer um happy hour no São Cristóvão na ilustre companhia de Braguinha e Carol, Cajuzinho e Thais. Mas às 21h00 o bar já estava lotado!!! Sem previsão de desocupar alguma mesa, andamos dois quarteirões e chegamos ao Quitandinha, onde havia duas ou três mesas livres.

Mal nos sentamos, no lado de fora, já pedimos um chopp, uma porção de fritas e outra de polentas fritas - a Mari inclusive experimentou uma polenta e curtiu! O bar fica na agitada e movimentada esquina das ruas Fidalga e Aspicuelta. O intenso fluxo de carros e pessoas deixa o clima bem paulistano. Chega até a ser difícil ir ao banheiro, de tão próximas que as cadeiras e mesinhas ficam umas das outras.

Depois de um papo bom e de mandar ver nas porções e nos chopps, saímos pagando R$ 20 cada casal - a metade do que pagaríamos em qualquer outro dia da semana.

Nota 7 para o Quitandinha porque é um bar normal e, sinceramente, não consegui achar uma identidade nele, muito menos algo no cardápio ou no atendimento que empolgasse. Além da economia, o destaque da noite, mesmo, ficou por conta dos casais amigos - cuja companhia não tem dia nem hora: é sempre divertida em dobro.

domingo, 9 de agosto de 2009

Athaliba

Fãs que somos do VR, fomos conhecer o Athaliba porque o guia do jornal elogiava a comida da casa e porque lá o pagamento pode ser feito com o popular ticket alimentação. O bistrô fica no Jardins, numa casinha de fachada simples e discreta.

Quando chegamos, por volta das 21h, só uma mesa estava ocupada. Também pudera, o Athaliba estava tentando resolver um problema com o sinal do VISA, ou seja, nada de passar cartões naquela noite. Só dinheiro e VR (irru!). Acho que isso espanta um pouco a clientela, já que o cartão de débito está aos poucos tomando o lugar do dinheiro vivo.

Sentamos numa mesa bem pequenina, mas confortável. Olhando em volta, as paredes, a escada de madeira, vasinhos bem caseiros, uma música tocando baixinho, só nós e o outro casal láááá longe... pareceu que estávamos na sala de casa.

O cardápio passeia pelas saladas, quiches, petiscos, risotos, sopas, massas e pratos à base de carne, aves e frutos do mar. Tem pra todo gosto. Eu pedi uma carne ao molho de cogumelos shitake, shimeji e paris com purê de mandioquinha e arroz selvagem, que leva o nome de Escalope Trifollati. Deixei o garçon meio confuso, porque não gosto de cogumelo em molho e pedi pra vir mais sequinho, só o cogumelo grelhado em cima da carne. E quando chegou à mesa, estava tudo uma delícia: carne macia, cogumelos bem temperados, purê no ponto e esse arroz selvagem que, pra mim, é a vedete do prato. Muito gostoso o grão mais duro e escuro. O Gabi foi de Medalhão Eugenio, uma carne ao molho mostarda com arroz e batatas coradas. Vi uma expressão bem satisfeita se abrir no rosto dele a cada garfada.

Um detalhe que me deixou com uma ótima impressão do bistrô foi o fato de o dono ter perguntado o que nós achamos da comida. Eu acho extremamente simpático quando o garçom, o maître ou qualquer outro funcionário faz essa pergunta, que é beeem delicada. Tem que ser feita no momento certo, e só se você percebe que aquela pessoa dá abertura. O mais difícil é questionar sem soar uma cobrança. Não é fácil, e por isso mesmo ganha meu respeito quem consegue combinar essa delicadeza.

Quando estávamos pagando a conta, o lugar começou a receber mais clientes. Um grupinho e outro casal que também não se importaram com o problema do pagamento em dinheiro conversavam animadamente, o que ajudou a levantar um pouco o astral do Athaliba. Deixamos lá R$ 75 em dois refrigerantes, dois pratos e os 10%. E no VR, o que é melhor ainda. A gente gostou muito do sabor, do atendimento, da simplicidade e do preço do Athaliba. Mais uma nota 10.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Levaria ou não levaria - Genial

Quinta-feira está se tornando um dia especial da semana para o casal. Pra mim é um dia de zica, dá praticamente tudo errado no trabalho. Pra Mari é um dia punk porque todas as tarefas difíceis da semana se acumulam geralmente a partir das 19h00.

Mas sabe quando a gente fala que "no fim tudo dá certo"? Para esquecer os aborrecimentos, nada melhor que uma cervejinha entre amigos. Seguindo essa pegada, ir ao bar com o povo da Cásper e da Abril às quintas praticamente já se tornou tradição.

No último encontro fomos ao Genial - o bar caçula dos irmãos Altman, que ainda tocam outros dois pontos tradicionais da Vila: o Genésio e o Filial. Desta vez, Maricota saiu tarde do trabalho e, cansada, pendurou as chuteiras. Desfalque para o time dos casados!
O ambiente é agradabilíssimo, ideal para ir a dois ou em grupo de amigos. Nas paredes, há quadros com recortes de revistas, jornais e fotos de grandes gênios do Brasil e do mundo. O mais charmoso, porém, são as caricaturas que ficam lá no alto e passam quase despercebidas. Os homenageados estão sentados em mesas de bar bebendo um chopp, um vinho, um drink. Einstein, Cartola, Garrincha, Elza Soares, Pixinguinha, Caesar Seity... todos celebrando o mesmo que nós, reles mortais.

Além dos incontáveis chopps que os garçons vão servindo sem nos darmos conta, pedimos uma caprichada porção de bolinho de arroz - que vem recheada com um queijo derretido de dar água na boca. Ainda mandamos ver num caldinho de feijão que caiu muito bem no frio que fazia na semana passada.

Fim de jogo, mais uma vitória de quinta-feira. Deixei R$50 porque comi, bebi e me diverti à beça.

SIM, levaria a Mari no Genial sem sombra de dúvidas. Nota 10 para o bar e pra turminha de quinta-feira.
* Imagem: Reprodução

domingo, 2 de agosto de 2009

Ícone Temakeria II

Nós estamos tentando evitar voltar aos lugares que já conhecemos e gostamos pra dar substância ao blog, mas nem sempre dá pra pensar racionalmente. Alguns restaurantes simplesmente conseguem fazer você salivar pelo que eles servem. E quando aquele sabor vem à boca, bora pra lá matar a vontade. Foi assim que voltamos à Ícone, temakeria que fica no Itaim e que conhecemos em abril deste ano.

Dessa vez, por causa do frio, ficamos o tempo inteiro no balcão. Não tem o mesmo conforto de uma mesinha, mas prum jantar rápido acho que não compromete. O grande trunfo é que os bancos têm onde apoiar os pés, o que diminuiu o desconforto.

Minha fome só contemplava um temaki - olha só que milagre. Escolhi o Hot, aquele de salmão que vem inteiro empanado. Huuuuum, gostoso e exótico como sempre. O Gabi, um pouco mais faminto, mandou bala em três: Hot, Salmão Skin e Do Chefe (shimeji, salmão e cream cheese, tudo isso quente). Nosso anfitrião aprovou os três temakis e aprovou também o serviço, que continua ótimo. Fomos atendidos por garçons simpáticos e eficientes.

Quatro temakis + dois refrigerantes + 10% = R$ 51. Dividimos a conta e os R$ 25 nem pesaram no VR. Ótima pedida pra uma terça-feira a noite. A Ícone mantém a nota 10.