domingo, 14 de junho de 2009

Casa do Espeto

No último domingo fomos comemorar o aniversário de Gustavo Simon, mais conhecido como Godoy. Daríamos a famosa "passadinha" na Casa do Espeto de Pinheiros, só pra dar um abraço no meninão. Mas a fome bateu, a cerveja chegou à mesa... aí já sabe, né?

O local é amplo e bonito. E eu não imaginava que o Godoy era conhecido por metade da cidade. A mesa do cara era looonga, tinha umas 50 pessoas sentadas - pra mais.

Tão grande quanto a mesa foi a dor de cabeça dos garçons. Acho que eles também não esperavam tantas pessoas, e havia poucos funcionários para atender todos os convidados. Resultado: a gente tinha que fazer cada pedido umas 3 vezes e esperar uns 15 minutos para conseguir pegar uns restos de espetos.

A qualidade das carnes não é espetacular, muito menos boa. É regular. Pode ser confundida com um churrasquinho de gato facilmente.

Os pães de alho chegaram frios à mesa. A receita indica que eles cheguem torradinhos, PELANDO, né?

O que poderia ser o diferencial são os espetos exóticos: palmito, mussarela de búfala, tomate seco... mas, na boa, churrasco não combina com esses requintes.

Como bem disse o poeta Portiolli: churrasco é um hábito popular, não receita de luxo.

O que poderia salvar eram os espetos doces - esses sim muito gostosos. A questão é que justamente os espetos de morango, os mais desejados, estavam em falta.

Resultado da brincadeira: R$ 86 e fila para pagar. É pegadinha? Bilu-tetéia? Não, não. Isso é golpe, mesmo.

Nota ZERO pra Casa do Espeto. Só não dou -1 em respeito aos 20 e poucos anos do Godoy!

* Imagem: Reprodução

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